Mostrando postagens com marcador LED. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador LED. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

GreenPix! A grande parede de LED




Esse projeto luminotécnico em Beijing;China é fantástico! O que mais me chamou a atenção que mesmo pelo seu tamanho monumental ele gasta ZERO de energia, toda a energia utilizada nele é captada por placas fotovoltaicas. Não vou explicar o projeto porque abaixo vai um video com uma entrevista com o criador da obra. Simone Giostra.



Vídeo do Conceito.











quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Tipos e características de lâmpadas


As lâmpadas dividem-se essencialmente em dois grandes grupos: lâmpadas de incandescência e lâmpadas de descarga.
Lâmpada de incandescência

É constituída por um filamento de tungsténio alojado no interior de um ampola de vidro preenchida com gás inerte. Quando da passagem da corrente eléctrica pelo filamento, os electrões chocam com os átomos de tungsténio, liberando energia que se transforma em luz e calor.

Temperatura do filamento: Superior a 2 000º C.
Vida útilEm média 1 000 horas de funcionamento.
Índice de restituição de cor: Possui geralmente um IRC de100.
Rendimento luminoso (lm/w):Têm o menor rendimento luminoso de todas as lâmpadas (cerca de 17 lm/W)
Temperatura de cor: 2.700 K
Lâmpada de halogêneo

Como as lâmpadas de incandescência, as lâmpadas de halogéneo possuem um filamento que emite luz com a passagem da corrente eléctrica. Parte do filamento, que é constituído por átomos de tungsténio, evapora-se durante o processo. Em termos de economia, as lâmpadas de halogéneo oferecem mais luz com potência menor ou igual à das incandescentes comuns, além de possuírem uma vida útil mais longa, variando entre 2.000 e 4.000 horas.São usadas em projectores com diversas aplicações interiores e exteriores e em particular nos faróis dos automóveis.
Lâmpada de néon


Os tubos de néon utilizados em anúncios são de vidro e contêm um gás rarefeito (néon, néon com vapor de mercúrio) dentro da ampola com dois eléctrodos nas extremidades.

Ao aplicar aos eléctrodos uma tensão suficientemente elevada, o tubo ilumina-se com uma cor que depende do gás utilizado.A tensão necessária para o funcionamento do tubo depende do comprimento do tubo, do seu diâmetro, bem como do gás utilizado. Geralmente são necessários entre 300V a 1 000V por metro de tubo.
Lâmpada de vapor de sódio de baixa pressão

Esta lâmpada é constituída por uma ampola, dentro da qual existe um tubo de descarga com gás (néon ou árgon) e sódio depositado nas suas paredes.

A ionização do gás desta lâmpada tem e ser feita com uma tensão relativamente elevada (superior à da rede), pelo que se utiliza para o seu arranque um transformador.
É utilizada em iluminação de estradas, túneis, zonas ao ar livre, etc.
Características da lâmpada:
Emite praticamente uma só cor (amarelo – alaranjado).
Não permite a distinção das cores dos objectos que ilumina (fraco índice de restituição de cor).
Tem uma elevada eficiência luminosa (da ordem de 150 lm/w).
Tem uma vida útil elevada (cerca de 9 000 horas).
Tem um arranque lento, demorando entre 7 a 15 minutos a atingir o funcionamento normal

Lâmpada de vapor de sódio de alta pressão


Tem uma elevada eficiência luminosa até 140 lm/W, longa durabilidade e, consequentemente, longos intervalos para reposição..
Estas lâmpadas diferem pela emissão de luz branca e dourada, indicada para iluminação de locais onde a reprodução de cor não é um factor importante.
Amplamente utilizadas na iluminação externa, em avenidas, auto-estrada, viadutos, complexos viários etc., têm o seu uso ampliado para áreas industriais, siderúrgicas e ainda para locais específicos como aeroportos, estaleiros, portos, ferrovias, pátios e estacionamentos. 



Lâmpada de vapor de mercúrio de baixa pressão (fluorescente)
Ao aplicar-se a tensão da rede a descarga dentro da ampola não é feita imediatamente. Entre as duas lâminas do arrancador vai saltar um arco eléctrico que provoca o aquecimento das lâminas e a sua deformação, fechando-se por ele o circuito. A ampola é revestida interiormente por pó fluorescente e tem no seu interior árgon e vapor de  mercúrio a baixa pressão. As substâncias fluorescentes do tubo têm a função de transformar as radiações invisíveis (ultravioletas) emitidas em radiações visíveis.
Lâmpada fluorescente compacta
Têm a mesma tecnologia das lâmpadas fluorescentes comuns.
Como podem ter temperatura de cor, tamanho semelhante às lâmpadas de incandescência e casquilho E27, são as suas substitutas naturais, especialmente devido à economia de energia proporcionada que pode ir até 80% e uma duração que pode ser 15 vezes maior.
Características:

Vida média: 8000 horas

Eficiência luminosa: 50 a 69 lm/W
Índice de reprodução de cor: 85
Temperatura de cor: 2700 K – luz amarela, semelhante à das lâmpadas de incandescência - 4000 K luz branca.
Potências nominais: 5, 7, 9, 11, 13, 18, 20, 22, 26 e 32W

Lâmpada de vapor de mercúrio de alta pressão

Esta lâmpada tem dentro do tubo de descarga vapor de mercúrio e árgon e quatro eléctrodos: dois principais e dois auxiliares. A luz desta lâmpada é caracterizada por falta de radiações vermelhas, tomando uma cor branco – azulada (este inconveniente pode ser melhorado com a junção em série de um filamento de tungsténio, originando a chamada lâmpada mista).

Tem grande aplicação na iluminação de estradas, aeroportos, grandes naves industriais e geralmente em grandes espaços exteriores
Características da lâmpada:
Eficiência luminosa (média): 50 a 60 lm/w.
Vida útil (elevada): cerca de 9 000 horas.
Índice de restituição de cor: 40 a 48 conforme o modelo.

Lâmpada mista

Como o próprio nome diz, são lâmpadas compostas de um filamento ligado em série com um tubo de descarga. Funcionam em tensão de rede 230V, sem uso de reactância. O filamento de tungsténio vem também substituir o balastro na limitação da corrente em funcionamento normal.

São, via de regra, alternativas de maior eficiência para substituição de lâmpadas de incandescência de altas potências.
Possui IRC 61 a IRC 63 conforme modelo, cor amarela e eficiência luminosa até 22 lm/W.

Esta lâmpada relativamente à de incandescência:
É mais cara.
Tem uma eficiência luminosa um pouco mais elevada.
Tem um espectro luminoso mais equilibrado.
Tem uma vida útil de cerca de cinco vezes maior.
È utilizada frequentemente em iluminação interior, em substituição da lâmpada de incandescência. 
Lâmpada de iodetos metálicos

São lâmpadas que combinam iodetos metálicos, apresentando altíssima eficiência energética e excelente índice de reprodução de cor. Com uma luz, extremamente branca e brilhante, realça e valoriza espaços e ilumina com intensidade, além de apresentar longa durabilidade e baixa carga térmica.

Alta Potência: Para a iluminação de grandes áreas, com níveis de iluminância elevados e, principalmente, em locais onde a alta qualidade de luz é primordial, as lâmpadas de iodetos metálicos de 250 a 3500W são ideais.

Apresentam durabilidade variada e eficiência energética de até 100 lm/w.
São indicadas para iluminação de estádios de futebol, ginásios poli desportivos, piscinas cobertas, indústrias, supermercados, salas de exposição, salões, salões de teatros e hotéis, fachadas, praças, monumentos, aeroportos, locais onde ocorrem filmagens e filmagens externas.
Baixa Potência: Baseando-se nas características das lâmpadas de iodetos metálicos de alta potência, foram desenvolvidas as de baixa potência de 70 a 400W. Todas, sem excepção, apresentam pequenas dimensões, alta eficiência, óptimo índice de reprodução de cor, vida útil longa e baixa carga térmica.
Cada uma, dentro de sua característica, é recomendada tanto para uso interno como externo, na iluminação geral ou localizada. Ideais para shopping centers, lojas, vitrinas, hotéis, stands, museus, galerias, jardins, fachadas e monumentos.

Lâmpada led
O mercado da iluminação, está a passar por mais uma revolução no que se refere à forma de emissão da luz eléctrica, possibilitando novas aplicações e novas maneiras de iluminar ambientes e objectos.
Estamos a falar da luz gerada através de componentes electrónicos designados por LED -  Light Emitting Diode (Díodo Emissor de Luz).

Vantagens dos leds, relativamente às restantes fontes de luz:

Maior vida útil (50.000 horas) e consequente baixa manutenção;

Baixo consumo (relativamente às lâmpadas de incandescência) e uma eficiência energética (em torno de 50 lúmen/Watt);

Não emitem luz ultra-violeta (sendo ideais para aplicações onde este tipo de radiação é indesejada. Como por exemplo, quadros e obras de arte;
Não emitem radiação infravermelha, fazendo por isso que o feixe luminoso seja frio.
Resistência a impactos e vibrações: Utiliza tecnologia de estado sólido, portanto, sem filamentos e sem vidro, aumentando a sua robustez.

Desvantagens dos leds, relativamente às restantes fontes de luz:
O índice de restituição de cor (IRC) pode não ser o mais adequado;Necessidade de dispositivos de dissipação de calor, nos leds de alta potência (a quantidade de luz emitida pelo led diminui com o aumento da temperatura). 

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

7 Tendencias no setor de energia, construção e tecnologia

Ecotelhados

Eles absorvem água da chuva, agem como isolantes térmicos, reduzem o consumo de energia e, de quebra, embelezam a cidade. Cada vez mais, os ecotelhados ou telhados verdes ganham adeptos pelo mundo. Mas, longe do que se imagina, eles não são frutos dos tempos atuais. O mais antigo e, talvez, famoso exemplo de cobertura ecológica são os Jardins Suspensos da Babilônia.

Agora, diante das preocupações ambientais, eles ganharam força. Hoje em dia, muitos telhados verdes são instalados para atender à legislações locais relacionadas ao gerenciamento de águas pluviais, devido à impermeabilização dos solos urbanos. Países como Alemanha e Suíça já exigem que parte dos edifícios novos tenham coberturas vegetais. Nos Estados Unidos, a prática de jardinagem dá vez ao cultivo agrícola no topo dos prédios. De Manhattan ao Brooklyn, as hortas verticais se multiplicam, produzindo vegetais, frutas e hortaliças.

A vez dos containers

A ideia de transformar um container em um espaço habitável não é nova, mas ganhou visibilidade após o terremoto, seguido de tsunami, que abalou o Japão em março de 2011. Com um país em destroço, os containers adaptados serviram como moradia temporária para milhares de desabrigados.

Atualmente, eles caíram nas graças dos arquitetos e viraram moda no mundo da construção sustentável, servindo como casas de características inovadoras e até mesmo como espaços comerciais.

Ecotáxis

Os táxis desempenham um papel fundamental no transporte público das cidades. Mas como qualquer veículo comum, movido a combustível fóssil, contribui para a poluição do ar e para emissão de gases de efeito estufa. Cientes desse efeito negativo, um número cada vez maior de cidades tem incluído as frotas de táxis em programas de combate ao aquecimento global.

Para melhorar a qualidade de vida e reduzir emissões, São Francisco, na Califórnia lançou em 2007 um programa de incentivo para que as companhias de táxis adquirissem carros com tecnologia limpa. Atualmente, 78% da frota da cidade (de 1,5 mil carros) é composta por táxis híbridos ou movidos a células combustíveis a gás natural comprimido (GNC). Entusiasta desta tendência, Londres, que já usa veículos elétricos em táxis comuns, já começou a substituir toda a frota de seus icônicos Black cabs por modelos iguais por fora, mas movidos a células de combustível a hidrogênio.

Computação em nuvem

Tendência na área de tecnologia da informação, o cloud computing tem se revelado não só como opção econômica e segura para armazenar informações e cortar gastos operacionais, mas como uma aliada no processo de redução das emissões de carbono. Um estudo do CDP (Carbon Disclosure Project), principal plataforma de reporte de emissões adotada há mais de dez anos pelas maiores companhias do mundo, mostra que uma empresa que aposta na virtualização de servidores pode reduzir seu consumo de energia e ainda diminuir as emissões de carbono pela metade.

Algumas gigantes do setor, como Google e Facebook, já utilizam o serviço. Até 2020, grandes companhias britânicas que utilizam a computação em nuvem poderão economizar 1,2 bilhões de libras (3,3 bilhões de reais) em energia e evitar a emissão anual de 9,2 milhões de toneladas de CO2 na atmosfera, o equivalente a retirar das ruas 4 milhões de carros de passeio.

Car sharing


Os serviços de aluguel de carros por períodos determinados prometem aquecer o mercado de transporte verde. Em grandes centros urbanos, esse tipo de programa vem sendo considerado um aliado para redução dos níveis de poluição.

Claro que não são todos que oferecem carros elétricos, mas alguns importantes, como o Autolib, em Paris, e o City Car Share, em São Francisco, nos EUA, usam apenas modelos ecológicos. Com isso, quem nunca dirigiu um elétrico mas simpatiza com a proposta pode alugar os veículos e se divertir, e mesmo aqueles mais céticos em relação à tecnologia podem experimentar e, quem sabe, acabar gostando.

Iluminação a LED

Apesar de não ser novidade no mercado, a iluminação a LED vem ganhando atenção à medida que aumentam as preocupações com a economia de energia. Recentemente, ela pode ser encontrada nos mais variados equipamentos, de celulares à aparelhos de tv.

Estima-se que a iluminação a LED represente cerca de 15% do mercado atualmente. Um estudo feito pela companhia inglesa de eletricidade Energy Saving Trust (EST) prevê que essa tecnologia domine o mercado até 2015. As vantagens são inúmeras. Na iluminação pública, o gasto com energia pode cair pela metade e em áreas residenciais e comerciais, a economia pode chegar a 90%.

Smart grid

Na transição para uma economia mais limpa e verde, as redes inteligentes de energia estão entre os setores que mais chamam a atenção de investidores. Em quatro anos os investimentos em smart grid somaram 161 bilhões de dólares. Ao contrário da medição manual de energia atualmente realizada pelas empresas do setor, o sistema inteligente evita erros de medição e permite detectar mais rapidamente eventuais pontos de interrupção no fornecimento de energia.

Com o monitoramento em tempo real, as operadoras de energia podem responder mais rápido a um problema na transmissão de energia, por exemplo. Outro benefício é o controle de fraudes e redução no custo de manutenção da rede. No Brasil, Aparecida do Norte será a primeira cidade do estado de São Paulo a receber um projeto piloto de smart grid.

fonte: Revista Exame

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

A Arquitetura de Luzes


Interface

VLEDs (ou Light Emiting Diodes, diodos de emissão de luz), os mesmos usados nos LED Throwies, estão sendo aplicados em escala urbana, em quarteirões, pontes e fachadas, no interior e exterior de centros esportivos, shopping centers, chafarizes e em diferentes prédios no mundo todo. LEDs também são usados como gigantes displays de vídeo, e como sensores de toque.
 
350K _ requer flash plugin

Os LEDs têm as seguintes vantagens: são capazes de emitir cores sem o uso de filtros, a luz pode ser focal sem o uso de acessórios, são resistentes ao choque e `a vibração, são mais duradouros, emitem menos calor, não queimam de repente, e estão se tornando mais econômicos que uma lâmpada comum. A indústria da arquitetura com LEDs está crescendo e criando mais opções para arquitetos e designers. O uso pode ser apenas funcional, funcional e bonito, ou passar uma mensagem; exibir forma e movimento.

No shopping Fremont Street Experience em Las Vegas, um longo teto de LEDs ocupa mais de 5 quarteirões e forma atualmente o maior display de LEDs do mundo. Veja nas imagens abaixo:

 
120K _ requer flash plugin

No Columbus Circle, em Nova York, LEDs são usados no encontro entre arte e arquitetura, no prédio do Time Warner Center. Diariamente, de 16hs `as 23hs, o display alterna padrões de cores, imagens lentas como folhas ou flocos de neve caindo. Visto da perspectiva da 8a Avenida, o painel noturno parece estar flutuando no ar.

Interface

As Crown Fountains no Millennium Park de Chicago converte sinais de video (ao vivo ou gravado) e os projeta num enorme painel de LEDs. Os LEDs são controlados individualmente e mudam de cor gradativamente, projetam fotografias dos rostos de residentes de Chicago e cenas de natureza em movimento. Veja nas imagens abaixo:

 
130K _ requer flash plugin

A instalação permanente dos United Visual Artists usa um design de LEDs curvo, na parede da boate Kabaret's Prophecy no Soho, em Londres. A parede é a principal fonte de luz do salão, e avança de uma mudança lenta de cores para a performance de um VJ, toda noite, sincronizando as luzes com a música da boate. Veja nas imagens abaixo:

 
130K _ requer flash plugin

A tecnologia em torno dos LEDs está acessível e em desenvolvimento, para uso comercial ou artístico. O uso de LEDs em grande escala está reinventando a paisagem urbana e arquitetônica das cidades.
fonte: Interface