terça-feira, 13 de março de 2012

Construção Sustentável Parte II

Para que haja uma construção sustentável deve ser tomar algumas medidas como uma integração entre os projetos, conforto ambiental, iluminação, um canteiro de obra consciente entre outros processos, e, que haja um ciclo de reavaliação da construção para que essa construção ao longo do tempo pague seus danos e seus consumos. 


Esse tipo de construção gera menos impactos pois abrangem em muitas medidas para mitigar seus danos ao meio ambiente ao longo do seu ciclo de vida, desde a concepção do produto e/o projeto indo até as demais etapas como, demolição, execução e pós ocupação, então deve-se entender todos os ciclos para trazer respostas positivas para suas atividades.


Abaixo segue duas tabelas a primeira demonstrando os ciclo da vida de um edifício e a segunda mostra algumas diretrizes para se desenvolver uma construção sustentável.

Quadro 2

segunda-feira, 12 de março de 2012

Pedalada Pelada!


A Pedalada Pelada é uma manifestação globapor um trânsito mais humano e mais democrático em relação aos diferentes meios de locomoção. Os ciclistas tiram a roupa  como forma de se tornarem visíveis e fazem protesto contra as condições inseguras que enfrentam em relação e com a falta de ciclovias e o desrespeitos dos automóveis com os ciclistas.

No dia 10 deste més ouve uma pedalada em São Paulo. Coloquei algumas fotos retiradas da internet, mas quem procurar sobre o tema vai encontrar muito material sobre as manifestações no Brasil e pelo mundo. 

Ciclistas nus tomaram as ruas de Lima. (Foto: Karel Navarro/AP)
Em Santiago, no Chile. (Foto: Martin Bernetti/AFP)





Vídeo da manifestação do ano de 2011



sexta-feira, 9 de março de 2012

RECOMENDAÇÕES BÁSICAS PARA PROJETOS DE ARQUITETURA





Antes de tudo, é necessário que se conheça alguns conceitos básicos que devem nortear a elaboração de um projeto de arquitetura na busca de melhores condições de sustentabilidade. São eles:
  1. A sustentabilidade não é um objetivo a ser alcançado, não é uma situação estanque, mas sim um processo, um caminho a ser seguido. Advém daí que a expressão mais correta a ser utilizada é um projeto “mais” sustentável. Todo o trabalho nesta área é feito a partir de intenções que são renovadas continua e progressivamente. Intenções estas genuínas, que devem estar verdadeiramente compromissadas com os valores do Cliente, a saber, o contratante, o usuário e a comunidade onde a obra esta inserida. Conhecer os valores do Cliente, e entender que projeto é o exercício de intenções e decisões , resulta em uma obra mais sustentável. É esta a demanda da sociedade atual.
  1. A sustentabilidade é baseada em três aspectos: o ambiental, o econômico e o social, que devem coexistir em equilíbrio. Como estes aspectos representam variáveis independentes, as escolhas resultantes serão diferentes em cada situação apresentada. Portanto, não existe receita nem cálculo absoluto que determine o que deve ser feito ou não, para que um projeto caminhe na direção de uma maior sustentabilidade, sendo a proposta de cada projeto fruto de escolhas específicas, únicas e originais.
  1. A busca pelo caminho da maior sustentabilidade cabe a todos os envolvidos no projeto e execução do ambiente edificado. É um trabalho coletivo (em rede) onde todos devem fazer sua parte, e ao mesmo tempo incentivar os demais a fazê-lo. As decisões devem ser resultado de uma ação orquestrada com os demais projetistas, gerenciadores, consultores, fornecedores, executores e usuários, na medida em que esta escolha pode condicionar ações a serem efetivadas pelos demais.
  1. A certificação entra neste processo como um reconhecimento de um trabalho desenvolvido, sem, no entanto, ser sua representação fiel. Um motivo para esta dicotomia é a não existência de processo adequado às condições regionais culturais, econômicas e físicas que permitam uma real avaliação do resultado obtido pelo esforço de tornar uma edificação mais sustentável. Os critérios de certificação, portanto, devem ser utilizados como referências auxiliares, mas não determinantes na escolha de materiais e sistemas construtivos.
  1. Os princípios básicos de uma construção sustentável estão ligados às questões de:
· Qualidade ambiental interna e externa
· Redução do consumo energético
· Redução dos resíduos
· Redução do consumo de água
· Aproveitamento de condições naturais locais
· Implantação e Análise do Entorno
· Reciclar,reutilizar e reduzir os resíduos sólidos
· Inovação
A relação de procedimentos aqui apresentada pretende ser uma orientação para os escritórios de arquitetura que tenham intenção de adotar a sustentabilidade como um critério de projeto, e visa demonstrar quais ações básicas podem ser importantes na busca de um resultado mais sustentável, sem onerarem significativamente o custo da obra. Elaborar um projeto de arquitetura com melhor desempenho ambiental é projetar levando-se em conta o uso eficiente da energia, da água, de materiais certificados e renováveis, o aproveitamento de condições naturais locais, a qualidade ambiental interna e externa dos edifícios, e a utilização consciente dos equipamentos e do edifício pelo usuário.


fonte: Asbea

quarta-feira, 7 de março de 2012

Impacto das projeções em 3D na Arquitetura Contemporânea

A projeção 3D mapeamento "processo de criação de tailor-made projeções para objetos específicos" permite que o foco de uma imagem de vídeo para ser especificamente adaptado de acordo com as características da superfície vários de uma fachada. Neste processo, o material de construção diversa e qualidades de uma fachada são programados em uma máscara no ecrã do computador e as imagens específicas são então adaptadas para as várias áreas da presente máscara. O resultado é que, quando é projetado sobre a fachada real, a imagem é perfeitamente adaptado à estrutura fachada que, por sua vez, torna-se o conjunto fase de arquitetura para um desempenho de teatro. 

Em uma escala urbana, estrategicamente projeções implantação faz com que a paisagem da cidade noturna editável. Quando o fundo é completamente escuro, apenas as características destacadas permanecem visíveis enquanto outras características se misturam com o fundo. Técnicas de mapeamento 3D de projeção permitem que os desenvolvedores criativos de reformulação pistas espaciais das imagens em movimento. Eisenstein descreve um efeito que ele liga para a eletrificação: "Todo o senso de perspectiva e de profundidade realista é lavado por um mar noturno da propaganda elétrica. Longe e perto, pequeno (em primeiro plano) e grande (no fundo), voando bem alto e morrendo (...) essas luzes tendem a abolir a noção do espaço real, fundindo-se em um único plano de pontos de luz coloridos (...). "

Muitos exemplos da arquitetura e da arte ilustrar como estrategicamente colocar luz na cidade na noite expande o projeto e também oportunidades de publicidade para monitores urbanas. Os exemplos a seguir não retratam exclusivamente a tecnologia de mapeamento 3D, no entanto eles fornecem uma cornucópia provocador de idéias intercreative e interdisciplinar para a exibição de luz em vários contextos.


terça-feira, 6 de março de 2012

Casa tronco por Paul Morgan Architects



O projeto é uma pequena cabana no Planalto Central de Victoria no sudeste da Austrália. Os clientes são médicos / professores universitários com uma filha à universidade. Incluiu uma área de estar, cozinha, banheiro e dois quartos. Eles pediram uma edificação pequena no meio da floresta em que eles pudessem praticar coral. Eles desejavam uma habitação pequena que ligavam com o isolamento que se encontra em uma floresta, e à proximidade com a som dos animais.

Posicionada entre as árvores, a edificação de madeira proporciona um retiro de fim de semana para uma família. As colunas externas em ziguezague conectar com um sistema de treliças de madeira para formar a estrutura de suporte do telhado saliente do edifício.

As árvores que foram derrubadas para dar espaço para a habitação foram então, moída e curada no local para fornecer painéis para revestimento do interior.





fonte: Revista Dezeen

segunda-feira, 5 de março de 2012

Um pouco sobre Intervenção urbana.

O que é intervenção urbana?

Intervenção Urbana é o termo utilizado para designar os movimentos artísticos relacionados às intervenções visuais realizadas em espaços públicos. No início, um movimento underground que foi ganhando forma com o decorrer dos tempos e se estruturando. Mais do que marcos espaciais, a intervenção urbana estabelece marcas de corte. Particulariza lugares e, por decupagem, recria paisagens. Existem intervenções urbanas de vários portes, indo desde pequenas inserções através de adesivos (stickers) até grandes instalações artísticas.

"O que hoje chamamos de intervenção urbana evolve um pouco da intensa energia comunitária que floresceu nos anos de chumbo. Os trabalhos dos artistas contemporâneos, porém, buscam uma religação afetiva com os espaços degradados ou abandonados da cidade, com o que foi expulso ou esquecido na afirmação dos novos centros. Por meio do uso de práticas que se confundem com as da sinalização urbana, da publicidade popular, dos movimentos de massa ou das tarefas cotidianas, esses artistas pretendem abrir na paisagem pequenas trilhas que permitam escoar e dissolver o insuportável peso de um presente cada vez mais opaco e complexo." Maria Angélica Melendi

"Cabe observar que, atualmente nas artes visuais, a linguagem da intervenção urbana precipita-se num espaço ampliado de reflexão para o pensamento contemporâneo. Importante para o livre crescimento das artes, a linguagem das intervenções instala-se como instrumento crítico e investigativo para elaboração de valores e identidades das sociedades. Aparece como uma alternativa aos circuitos oficiais, capaz de proporcionar o acesso direto e de promover um corpo-a-corpo da obra de arte com o público, independente de mercados consumidores ou de complexas e burocratizantes instituições culturais."Wagner Barja
Texto retirado de : intervencaourbana.org

Agora alguns exemplos de intervenções urbanas: